<i>Lusosider</i>

Um despedimento colectivo de 25 trabalhadores da Lusosider, onde estão incluídos todos os membros da CT e que é o terceiro realizado em apenas cinco anos, foi condenado pela Comissão Concelhia do Seixal do PCP. Numa nota emitida dia 5, recorda-se que foi desmentida a argumentação da empresa, em torno de uma suposta crise, que justificou o recurso ao lay-off no final de 2011, levando a Segurança Social a pagar uma parte dos salários, enquanto a Lusosider apresentou um lucro de 3,5 milhões de euros, nesse ano. No período de lay-off a empresa «procedeu à renovação de viaturas e de mobiliário de escritório e à realização de diversas obras», o que revela que «as dificuldades só existem quando se trata do rendimento dos trabalhadores». Durante a vigência da suspensão dos contratos de trabalho, a empresa tinha já obtido cerca de duas dezenas de rescisões. O PCP acusa o grupo brasileiro CSN, proprietário da Lusosider, de querer fazer desta apenas um armazém para escoar no mercado europeu a sua produção.



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